Porto (distrito, Portugal)

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Daniel Isidro Cabrita

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Daniel Cabrita (Depoimento: Lisboa, 12 de Janeiro de 2011). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 25 p. [dat.] [Cabrita, 2011: 3-25].. . Sumário da entrevista:. O início da actividade política e sindical.. A conquista da direcção do Sindicato dos Bancários do Sul, em 1968, e a negociação do contrato colectivo.. A origem da Intersindical: organização; acção; e posições.. A Ilegalização da Intersindical.. O Ministério do Trabalho e as conquistas do movimento sindical.. O movimento sindical e a mudança política nacional.. A divisão do movimento sindical.

Entrevista a António Joaquim dos Santos

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: António Joaquim dos Santos (Depoimento: Lisboa, 29 de Abril de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 10 p. [dat.] [Santos, 2010: 3-10].. . Sumário da entrevista:. A origem da Intersindical.. A conquista da direcção do Sindicato dos Jornalistas (1969).. As formas de luta pelos direitos dos jornalistas: o Código Deontológico, o contrato colectivo de trabalho e o horário de trabalho.. O 25 de Abril e o Sindicato dos Jornalistas.. O contrato colectivo de trabalho.. O Sindicato dos Jornalistas e a questão da unidade/unicidade.. Os sindicatos e a influência político-partidária.

Entrevista a António Lopes Marques

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: António Lopes Marques (Depoimento: Lisboa, 1 de Abril de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 25 p. [dat.] [Marques, 2010: 3-25].. . Sumário da entrevista:. O movimento académico de Coimbra na oposição à Ditadura.. A administração local e a organização, estrutura e implantação do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).. O STAL e a Intersindical.. As conquistas dos trabalhadores depois do 25 de Abril. . A questão da unidade/unicidade.. O 1.º Congresso da Intersindical.. O STAL e a Carta Aberta.. O 1.º de Maio de 1974.

Entrevista a Armando Artur Teixeira da Silva

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Armando Artur Teixeira da Silva (Depoimento: Lisboa, 7 de Abril de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 30 p. [dat.]. [Silva, 2010: 3-30].. . Sumário da entrevista:. O movimento sindical no Porto: a formação das Comissões Democráticas de Trabalhadores e a organização da oposição ao Estado Novo.. O movimento sindical e o 1.º de Maio de 1974.. A Intersindical e as Comissões de Trabalhadores. . A questão da Unidade /Unicidade.. O V Governo Provisório e as suas reformas.. A Intersindical e o contexto político nacional: as eleições para a Assembleia Constituinte; o “Verão Quente” e o I Governo Constitucional.. Os sindicatos do Norte e o “Verão Quente”.. O I e II Congressos da Intersindical.. A Carta Aberta e a UGT..

Entrevista a Avelino Pacheco Gonçalves

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Avelino Pacheco Gonçalves (Depoimento: Porto, 22 de Junho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 32 p. [dat.] [Gonçalves, 2010: 3-32].. . Sumário da entrevista:. Entre a militância no Partido Comunista Português e a luta dos bancários do Porto.. A mobilização dos trabalhadores bancários e a conquista do Sindicato dos Bancários do Porto (1960 a 1974).. As reuniões intersindicais dos sindicatos bancários de Lisboa, Porto e Coimbra: um dos primeiros formatos de mobilização colectiva.. Os sindicatos dos bancários e as reuniões intersindicais.. O Ministério do Trabalho e a construção do Estado Social: o salário mínimo nacional (SMN).. A questão da unidade e unicidade: uma definição também de Avelino Pacheco Gonçalves.. Entre a política e o Sindicato dos Bancários do Porto (1974 a 1975).. O trabalho na Assembleia Constituinte: a comissão de trabalhadores.. A violência política no Norte no Verão Quente.

Entrevista a Carlos Manuel Lourenço Dias

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Carlos Lourenço Dias (Depoimento: Coimbra, 10 de Novembro de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 20 p. [dat.]. [Dias, 2010: 3-20].. . Sumário da entrevista:. O início da actividade política e sindical.. A negociação do Contrato Colectivo dos Bancários (1972).. O Sindicato Nacional dos Bancários de Coimbra.. A mobilização dos trabalhadores bancários.. A União dos Sindicatos de Coimbra na organização e mobilização sindical no imediato pós-25 de Abril.. A política nacional, no período revolucionário, e a Intersindical: da Lei sindical ao aparecimento a UGT.. O I e II Congressos da Intersindical.. A instabilidade económico-social e as empresas em auto-gestão.. A nacionalização da banca..

Entrevista a Custódio da Silva Ferreira

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Custódio da Silva Ferreira (Depoimento: Paialvo, 2 de Junho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 23 p. [dat.]. [Ferreira, 2010: 3-23]. . Sumário da entrevista:. A oposição dos trabalhadores ferroviários ao Estado Novo: mobilização; organização; e contestação.. O 25 de Abril e o Sindicato dos Ferroviários: a (re)organização; expansão; e luta.. As lutas pelo Acordo Colectivo de Trabalho (ACT).. A Intersindical e os I e II Congressos.. A divisão sindical e a formação de sindicatos paralelos: os obstáculos à luta pelo ACT.. A nacionalização dos grandes sectores da economia nacional: a CP e a intervenção dos trabalhadores..

Entrevista a Francisco Canais Rocha

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Francisco Canais Rocha (Depoimento: Lisboa, 18 de Fevereiro de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 29 p. [dat.] [Rocha, 2010: 3-29].. . Sumário da entrevista:. Início da actividade sindical na oposição ao Estado Novo.. A Intersindical na semiclandestinidade.. A acção sindical das direcções anticorporativas (assembleias-gerais e delegados sindicais).. Conteúdos da luta sindical durante da Ditadura.. Os sindicatos e a relação com as autoridades (o Ministério das Corporações e a Inspecção dos Organismos Corporativos).. A natureza das relações da Intersindical com as autoridades (Congresso da Previdência e a representação na Organização Internacional do Trabalho).. A organização dos trabalhadores antes do aparecimento da Intersindical.. O 1.º de Maio de 1974.. A Intersindical e os Governos Provisórios.. A Intersindical e as organizações internacionais.. Reestruturação e organização da Intersindical depois do 25 de Abril.. A Intersindical no imediato pós 25 de Abril: a heterogeneidade de estratégias na ocupação e relação com os sindicatos; as greves “espontâneas” e as ocupações das empresas.. As primeiras reformas legais (a lei da greve e o salário mínimo nacional) e o papel da Intersindical. . A Unidade e a Unicidade.. A relação da Intersindical com o Governo entre 1974 e 1975.. I e II Congressos da Intersindical.. Carta Aberta.. A negociação dos Contratos Colectivos de Trabalho.

Entrevista a Isabel Figueiredo

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Isabel Figueiredo (Depoimento: Lisboa, 29 de Junho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 24 p. [dat.] [Figueiredo, 2010: 3-24]. . . Sumário da entrevista:. As dificuldades dos trabalhadores dos correios e telecomunicações no final da Ditadura.. O primeiro Caderno Reivindicativo: entre a negociação da primeira tabela salarial e os Acordos Colectivos de Empresa.. Da comissão pró-sindicato à proliferação sindical.. O SNTCT e a Intersindical: a greve de 17 a 20 de Junho de 1974; a questão da unidade e unicidade; e a adesão (1987).. O SNTCT e a realidade político-partidária no período revolucionário.

Entrevista a José Ernesto Ribeiro Cartaxo

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: José Ernesto Ribeiro Cartaxo (Depoimento: Lisboa, 5 de Abril de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 30 p. [dat.] [Cartaxo, 2010: 3-30].. . Sumário:. O início da actividade sindical: o contexto da corda industrial de Lisboa.. O Contrato Colectivo de Trabalho.. A luta dos trabalhadores nas empresas no imediato pós 25 de Abril: o caso da MEC.. As novas reformas legais: o salário mínimo nacional.. O Movimento Sindical e a política nacional.. A Carta Aberta.. O Congresso de Todos os Sindicatos.

Entrevista a José Malaquias Pinela

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: António Lopes Marques (Depoimento: Lisboa, 1 de Abril de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 22 p. [dat.] [Marques, 2010: 3-22].. . Sumário da entrevista:. A conquista da direcção do Sindicato dos Caixeiros de Lisboa.. Os temas, a organização e a estrutura das reuniões da Intersindical.. A “ilegalização” da Intersindical.. O 1.º de Maio de 1974.. O projecto-lei das associações sindicais: unidade/unicidade.. Os partidos e a Intersindical.

Entrevista a Juvelino Ferreira Colaço

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Juvelino Ferreira Colaço (Depoimento: Pataias, 28 de Abril de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 22 p. [dat.] [Colaço, 2010: 3-22].. . Sumário da entrevista:. As condições de trabalho, lutas e reivindicações dos trabalhadores vidreiros antes do 25 de Abril.. A repressão e perseguição aos militantes da Intersindical.. As Comissões de Trabalhadores e as Comissões Sindicais..

Entrevista a Luís Maria Kalidás Barreto

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: Luís Maria Kalidás Barreto (Depoimento: Lisboa, 7 de Julho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 18 p. [dat.] [Kalidás Barreto, 2010: 3-18].

Sumário da entrevista:
A organização do movimento sindical na oposição à Ditadura.
A conquista do sindicato dos lanifícios de Castanheira de Pera (1971).
A repressão e perseguição política aos militantes sindicais.
A conquista da primeira tabela salarial (1 de Novembro de 1971) pelos cinco sindicatos dos lanifícios, agrupados na Federação Nacional dos Lanifícios (criada em Outubro de 1970).
O contrato colectivo de trabalho: das negociações de 1971 às alterações posteriores ao 25 de Abril.
Os militantes católicos e a mobilização sindical.
O contexto revolucionário e as comissões de trabalhadores.
A problemática da unidade/unicidade: da Carta Aberta ao Congresso de Todos os Sindicatos.

Entrevista a Manuel António Teixeira de Freitas

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: Manuel António Teixeira de Freitas (Depoimento: Porto, 21 de Junho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 36 p. [dat.] [Freitas, 2010: 3-36].

Sumário da entrevista:
A organização dos trabalhadores a industria têxtil: entre a formação pessoal e a consciência de classe;
A tentativa de conquista da direcção do Sindicato Nacional dos Têxteis do Distrito do Porto;
O 25 de Abril e a organização e expansão do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis do Distrito do Porto.
A negociação do contrato colectivo pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal;
A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal e a heterogeneidade de influências;
As comissões de trabalhadores (controlo da produção e controlo operário) e o sector têxtil;
A questão da unidade e unicidade;
Os sindicatos da Intersindical, no Norte, durante o Verão Quente.

Entrevista a Manuel Carvalho da Silva

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Manuel Carvalho da Silva (Depoimento: Lisboa, 2 de Dezembro de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 27 p. [dat.] [Carvalho da Silva, 2010: 3-27].. . Sumário da entrevista:. A consciencialização política, social e sindical – da Guerra Colonial à Electromecânica Portuguesa (Preh).. A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho do sector do material eléctrico.. A organização da Intersindical a nível central, local e das empresas depois do 25 de Abril: a União dos Sindicatos dos Porto; a Comissão de Trabalhadores da Preh; e a reestruturação do Sindicato dos Electricistas do Norte.. As lutas mais prementes do Sindicato dos Electricistas do Norte.. A Federação dos Sindicatos das Indústrias Eléctricas e a difícil negociação (revisão) do Contrato Colectivo de Trabalho.. A importância das Comissões de Trabalhadores (e a relação com as comissões sindicais).. A “questão da unidade e unicidade”: o I Congresso da Intersindical e a Carta Aberta (a formação da UGT).. O Congresso de Todos os Sindicatos: a comissão organizadora e a diferença em relação ao I Congresso.. O “Verão Quente” e a situação do movimento sindical no Norte.. Da Greve Geral de Fevereiro de 1982 aos acontecimentos do 1.º de Maio do mesmo ano..

Entrevista a Manuel Maria Candeias

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Manuel Maria Candeias (Depoimento: Lisboa, 13 de Abril de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 33 p. [dat.] [Candeias, 2010: 3-33].. . Sumário da entrevista:. A conquista da direcção do Sindicato dos Metalúrgicos e as relações com o Estado: as reivindicações.. A origem da Intersindical.. A destituição da direcção eleita do Sindicato dos Metalúrgicos (Outubro de 1973).. As reuniões intersindicais e a clandestinidade. . O 25 de Abril e o movimento sindical.. A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho: a TAP. . A questão da Unidade/Unicidade e a Carta Aberta.. O Congresso de Todos os Sindicatos.. A influência político-partidária no movimento sindical..

Entrevista a Maria Emília Reis Castro

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Maria Emília Reis Castro (Depoimento: Porto, 22 de Junho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 32 p. [dat.]. [Castro, 2010: 3-32].. . Sumário da entrevista:. A organização das trabalhadoras da indústria do vestuário na empresa ROLSOL (1970 a 1974).. As organizações católicas (JOC e CCO) e a formação do movimento operário.. O 25 de Abril e a organização do movimento do Sindicato do Vestuário do Distrito do Porto: a implantação no terreno – uma organização de base.. A difícil negociação do Contrato Colectivo de Trabalho.. As Comissões de Trabalhadores: controlo operário; controlo de produção; e comissões inter-empresas (a 4 de Abril de 1975, os trabalhadores da ROLSOL – Confecções e Exportações ocupam as instalações e elegem uma comissão de gestão devido à fuga da administração).. A questão da unidade e unicidade.. A violência e a perseguição: os sindicatos da Intersindical no Porto durante o Verão Quente.. A diversidade e autonomia na Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal (FESETE).. O Sindicato de Vestuário do Distrito do Porto..

Entrevista a Vitor Manuel Rodrigues Ranita

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: Vitor Manuel Rodrigues Ranita (Depoimento: Lisboa, 10 de Maio de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 20 p. [dat.] [Ranita, 2010: 3-20].

Sumário da entrevista:
A organização e luta dos trabalhadores no Porto;
A conquista da direcção do Sindicato dos Metalúrgicos por uma lista da oposição;
Organização (nacional) da Intersindical antes e depois do 25 de Abril;
As comissões de trabalhadores e a organização sindical;
O ano de 1975 e os sindicatos da Intersindical no Norte de Portugal;
A questão da unidade e unicidade;
O 1.º de Maio de 1982 e a violência.