Aveiro (distrito, Portugal)

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Entrevista a Américo da Costa Pereira

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Américo da Costa Pereira (Depoimento: Lisboa, 25 de Maio de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 31 p. [dat.]. [Pereira, 2010: 3-31].. . Sumário da entrevista:. As crises académicas de Coimbra e a organização associativa.. A organização, a Intersindical e as primeiras revindicações.. A Intersindical: acção e repressão.. A Intersindical – organização, estrutura e expansão – depois do 25 de Abril.. As comissões de trabalhadores e a Intersindical.. As lutas sociais no período revolucionário.. O movimento sindical e a política nacional.. A influência político-partidária no movimento sindical.. A representação internacional da Intersindical..

Entrevista a António Lopes Marques

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: António Lopes Marques (Depoimento: Lisboa, 1 de Abril de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 25 p. [dat.] [Marques, 2010: 3-25].. . Sumário da entrevista:. O movimento académico de Coimbra na oposição à Ditadura.. A administração local e a organização, estrutura e implantação do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).. O STAL e a Intersindical.. As conquistas dos trabalhadores depois do 25 de Abril. . A questão da unidade/unicidade.. O 1.º Congresso da Intersindical.. O STAL e a Carta Aberta.. O 1.º de Maio de 1974.

Entrevista a António Neves Duarte Teodoro

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: António Neves Duarte Teodoro (Depoimento: Lisboa, 6 de Maio de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 15 p. [dat.]. [Teodoro, 2010: 3-15].

Sumário da entrevista:
O contexto vivido em Portugal e as reivindicações dos professores;
Os Grupos de Estudo de Professores Eventuais e Profissionais e os Grupos de Estudo;
Os Grupos de Estudo nas origens dos sindicatos dos professores.;
Os professores e a oposição à Ditadura.
Os Grupos de Estudo e a Intersindical.
O Sindicato dos Professores e a Intersindical (adesão).

Entrevista a Francisco Canais Rocha

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Francisco Canais Rocha (Depoimento: Lisboa, 18 de Fevereiro de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 29 p. [dat.] [Rocha, 2010: 3-29].. . Sumário da entrevista:. Início da actividade sindical na oposição ao Estado Novo.. A Intersindical na semiclandestinidade.. A acção sindical das direcções anticorporativas (assembleias-gerais e delegados sindicais).. Conteúdos da luta sindical durante da Ditadura.. Os sindicatos e a relação com as autoridades (o Ministério das Corporações e a Inspecção dos Organismos Corporativos).. A natureza das relações da Intersindical com as autoridades (Congresso da Previdência e a representação na Organização Internacional do Trabalho).. A organização dos trabalhadores antes do aparecimento da Intersindical.. O 1.º de Maio de 1974.. A Intersindical e os Governos Provisórios.. A Intersindical e as organizações internacionais.. Reestruturação e organização da Intersindical depois do 25 de Abril.. A Intersindical no imediato pós 25 de Abril: a heterogeneidade de estratégias na ocupação e relação com os sindicatos; as greves “espontâneas” e as ocupações das empresas.. As primeiras reformas legais (a lei da greve e o salário mínimo nacional) e o papel da Intersindical. . A Unidade e a Unicidade.. A relação da Intersindical com o Governo entre 1974 e 1975.. I e II Congressos da Intersindical.. Carta Aberta.. A negociação dos Contratos Colectivos de Trabalho.

Entrevista a José Ernesto Ribeiro Cartaxo

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: José Ernesto Ribeiro Cartaxo (Depoimento: Lisboa, 5 de Abril de 2010). Lisboa: GCTP-IN – CAD, 2010, 30 p. [dat.] [Cartaxo, 2010: 3-30].. . Sumário:. O início da actividade sindical: o contexto da corda industrial de Lisboa.. O Contrato Colectivo de Trabalho.. A luta dos trabalhadores nas empresas no imediato pós 25 de Abril: o caso da MEC.. As novas reformas legais: o salário mínimo nacional.. O Movimento Sindical e a política nacional.. A Carta Aberta.. O Congresso de Todos os Sindicatos.

Entrevista a Luís Maria Kalidás Barreto

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: Luís Maria Kalidás Barreto (Depoimento: Lisboa, 7 de Julho de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 18 p. [dat.] [Kalidás Barreto, 2010: 3-18].

Sumário da entrevista:
A organização do movimento sindical na oposição à Ditadura.
A conquista do sindicato dos lanifícios de Castanheira de Pera (1971).
A repressão e perseguição política aos militantes sindicais.
A conquista da primeira tabela salarial (1 de Novembro de 1971) pelos cinco sindicatos dos lanifícios, agrupados na Federação Nacional dos Lanifícios (criada em Outubro de 1970).
O contrato colectivo de trabalho: das negociações de 1971 às alterações posteriores ao 25 de Abril.
Os militantes católicos e a mobilização sindical.
O contexto revolucionário e as comissões de trabalhadores.
A problemática da unidade/unicidade: da Carta Aberta ao Congresso de Todos os Sindicatos.

Entrevista a Manuel Carvalho da Silva

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.. A transcrição tem a seguinte referência: Manuel Carvalho da Silva (Depoimento: Lisboa, 2 de Dezembro de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 27 p. [dat.] [Carvalho da Silva, 2010: 3-27].. . Sumário da entrevista:. A consciencialização política, social e sindical – da Guerra Colonial à Electromecânica Portuguesa (Preh).. A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho do sector do material eléctrico.. A organização da Intersindical a nível central, local e das empresas depois do 25 de Abril: a União dos Sindicatos dos Porto; a Comissão de Trabalhadores da Preh; e a reestruturação do Sindicato dos Electricistas do Norte.. As lutas mais prementes do Sindicato dos Electricistas do Norte.. A Federação dos Sindicatos das Indústrias Eléctricas e a difícil negociação (revisão) do Contrato Colectivo de Trabalho.. A importância das Comissões de Trabalhadores (e a relação com as comissões sindicais).. A “questão da unidade e unicidade”: o I Congresso da Intersindical e a Carta Aberta (a formação da UGT).. O Congresso de Todos os Sindicatos: a comissão organizadora e a diferença em relação ao I Congresso.. O “Verão Quente” e a situação do movimento sindical no Norte.. Da Greve Geral de Fevereiro de 1982 aos acontecimentos do 1.º de Maio do mesmo ano..

Entrevista a Vitor Manuel Rodrigues Ranita

Composto pela gravação audiovisual da entrevista e a respectiva transcrição.

A transcrição tem a seguinte referência: Vitor Manuel Rodrigues Ranita (Depoimento: Lisboa, 10 de Maio de 2010). Lisboa: CGTP-IN – CAD, 2010, 20 p. [dat.] [Ranita, 2010: 3-20].

Sumário da entrevista:
A organização e luta dos trabalhadores no Porto;
A conquista da direcção do Sindicato dos Metalúrgicos por uma lista da oposição;
Organização (nacional) da Intersindical antes e depois do 25 de Abril;
As comissões de trabalhadores e a organização sindical;
O ano de 1975 e os sindicatos da Intersindical no Norte de Portugal;
A questão da unidade e unicidade;
O 1.º de Maio de 1982 e a violência.