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Nunes, Américo

  • PT-AmN/24
  • Pessoa
  • 1940-12-23 –

Américo Nunes, nascido a 23 de Dezembro de 1940, é natural de Almaceda, Castelo Branco.
Habilitações literárias: Ensino Secundário; Curso Técnico-Profissional da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa na categoria profissional de Chefe de Recepção de Hotel.

Actividade sindical:

  • membro da direcção do Centro de Alegria no Trabalho (CAT) do Hotel Tivoli entre 1970 e 1973, com o pelouro da Informação e Cultura, tendo sido director do jornal "Zumbido";
  • elemento de uma Comissão Sindical que actuava para destituir a direcção fascista do sindicato de Hotelaria (Lisboa) entre 1970 e 1974;
  • eleito a 1974-04-29 para a Comissão Directiva Provisória do Sindicato da Indústria Hoteleira do Distrito de Lisboa, de que seria membro até 1974-07-30;
  • eleito para a direcção do sindicato de Hotelaria do Sul a 30 de Julho de 1974. Seria sucessivamente eleito para os seus corpos gerentes até 2012;
  • membro suplente do Secretariado da Intersindical entre 1975 e 1977;
  • membro do Conselho Nacional da CGTP-IN entre os mandatos 1983-1986 e 1999-2004;
  • membro do Secretariado do Conselho Nacional da CGTP-IN entre os mandatos 1996-1999 e 1999-2004;
  • membro suplente da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN no mandato 1986-1989; membro efectivo entre os mandatos 1989-1993 e 1999-2004;
  • presidente da direcção do sindicato de Hotelaria entre 1976 e 1979;
  • co-fundador da Federação Nacional dos Sindicatos de Hotelaria e seu coordenador de 1977-12-07 a 1986;
  • membro da Comissão de Trabalhadores do Hotel Tivoli, SA, até 2004;
  • por ocasião do 120.º aniversário do Sindicato dos Trabalhadores de Hotelaria do Norte, a 25 de Maio de 2018, foi designado pela sua Assembleia Geral seu sócio honorário número 1.

Actividade política:

  • participação militante, no MDP/CDE, nas eleições de 1969 e 1973;
  • militante do Partido Comunista Português (PCP) desde Junho de 1974.

Outras actividades:

  • presidente da Mesa da Assembleia Geral de A Voz do Operário durante dois mandatos;
  • presidente da Direcção do Instituto Bento de Jesus Caraça (IBJC) durante três mandatos;
  • presidente da Mesa da Assembleia Geral da Comissão Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Charneca da Caparica (CURPIC) durante dois mandatos.

Rocha, Francisco Canais

  • Pessoa
  • 1930-01-17 – 2014

Nasceu em Torres Novas, a 17 de Janeiro de 1930.
Começou a trabalhar, após instrução primária, como marceneiro na empresa Alberto Sepodes e carpinteiro de moldes nas metalúrgicas Lourenço & Irmão e Costa Nery.
Funcionário do Partido Comunista Português (PCP) e operário metalúrgico.
Ligou-se, desde cedo, aos movimentos sociais, políticos e associativos de Torres Novas.
Em 1948, aderiu ao Movimento de Unidade Democrática (MUD) Juvenil.
Em 1952, foi preso pela polícia política pela primeira vez. Depois de libertado, retoma a vida sindical e política na mesma cidade.
Funda as estruturas sindicais, concelhias e distritais dos trabalhadores metalúrgicos; integra direcções locais e distritais do PCP e adere às comissões de apoio às campanhas de Arlindo Vicente e Humberto Delgado.
Em 1961, integrou a delegação de trabalhadores portugueses ao V Congresso da Federação Sindical Mundial (FSM), realizado em Moscovo (URSS).
Em 1968, foi de novo preso pela PIDE, tendo sido condenado a cinco anos de prisão. Liberto da cadeia de Peniche em 1973, emprega-se no Sindicato dos Jornalistas e no Sindicato dos Electricistas e integra o grupo fundador da Intersindical, de que foi o primeiro coordenador-geral.
Em Maio de 1974, é eleito delegado dos trabalhadores portugueses à 59.ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT), realizada em Genebra.
Deixa de exercer funções na Intersindical no final do ano de 1975, quando vai para a direcção do Sindicato dos Escritórios, onde permanece, provavelmente, até à realização de eleições para a direcção do mesmo sindicato, em Janeiro de 1976.
Mestre em História Contemporânea (1990), com a tese ''Perfeito de Carvalho – um Sindicalista da Primeira República (1908-1922)'', que deu origem ao livro homónimo publicado pela CGTP-IN em 2016.

Confédération Générale du Travail (CGT) (França)

  • Entidade colectiva
  • 1895-09-23 –

«Véritable constituante, le 7e congrès national des chambres syndicales, groupes corporatifs, fédérations de métiers, unions et Bourses du travail qui s'ouvre le 23 septembre 1895 décide de la création d'une «organization unitaire et collective ayant pour titre Confédération générale du travail.»» (IHS, 2015a, p. 56).

«Avec la naissance de la CGT, au congrès de Limoges (23-28 septembre 1895), le modèle syndicaliste-révolutionnaire ou anarcho-syndicaliste triomphe.» (IHS, 2015b, pp. 5, 9).

Federação Nacional dos Professores (FENPROF)

  • Entidade colectiva
  • 1983 –
  • 2013-05-03/04: 11.º Congresso Nacional dos Professores (FENPROF): Fórum Lisboa. Lema: "Afirmar a Escola Pública; Valorizar os Professores; Dar Futuro ao País".
  • 2016-04-29/30: 12.º Congresso Nacional dos Professores (FENPROF), Seminário de Vilar, Porto. Lema: "Valorizar a Profissão; Reafirmar a Escola Pública".
  • 2019-06-14/15: 13.º Congresso Nacional dos Professores (FENPROF), Fórum Lisboa. Lema: "Carreira Docente Dignificada; Condição de Futuro".
  • 2022-05-13/14: 14.º Congresso Nacional dos Professores (FENPROF), no Pavilhão ExpoCenter de Viseu. Lema: "A Educação Não Pode Esperar! Combater as Desigualdades. Valorizar a Profissão".

União dos Sindicatos do Porto (USP)

  • Entidade colectiva
  • 1974-05-02 –

1.º Congresso: 1983-10-22/23, Pavilhão Futebol Clube de Infesta, São Mamede de Infesta, Porto.

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

  • Entidade colectiva
  • 1934-03-31 –

«[...] foi criado, a 31 de Março [de 1934] o Sindicato Nacional das Parteiras Portuguesas. A criação deste sindicato resultaria das alterações aos Estatutos da Associação de Classe das Parteiras Portuguesas, aprovados em Assembleia-geral realizada a 28 de Dezembro de 1933. Deste embrião nasceram os Sindicatos dos Enfermeiros do Norte, Centro, Sul e Funchal.» (1). . «A 8 de Junho [de 1945] foi constituído o Sindicato Nacional dos Profissionais de Enfermagem que resultou da transformação dos Sindicatos Nacionais dos Enfermeiros do Distrito do Porto, das Enfermeiras de Lisboa e das Parteiras Portuguesas. Por determinação dos seus Estatutos este Sindicato ficou com sede em Lisboa.» (2). . «O Sindicato Nacional dos Profissionais de Enfermagem do Distrito de Lisboa passou a designar-se [em 1975] de Sindicato dos Enfermeiros do Sul. Foram criados 4 sindicatos Regionais de Enfermagem (Norte, Centro, Sul e Madeira), democraticamente constituídos e que assumiram a liderança de todos os processos reivindicativos relacionados com as questões profissionais e éticas.» (3). . «A 27 [de 1986] os sócios [do Sindicato dos Enfermeiros da Zona Sul] foram chamados a votar a alteração dos Estatutos do Sindicato, que passou a designar-se de Sindicato dos Enfermeiros da Zona Sul e Açores.» (4). . «A 17 de Junho [de 1988], face à expressiva votação da Assembleia-geral de Sócios do SEZSA [Sindicato dos Enfermeiros da Zona Sul e Açores] a favor da alteração do seu âmbito e designação, foi criado o SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES [SEP], cuja actividade sindical se passaria a desenvolver em todo o território nacional.» (5)

Cortel

  • Entidade colectiva

Dyrup

  • Entidade colectiva
  • 1928 -

Econstroi

  • Entidade colectiva
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