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Sindicato dos Operários Carpinteiros, Serrações de Madeiras e Ofícios Correlativos do Distrito do Porto

  • Entidade colectiva
  • 1935 – 1978

Fundiu-se, em 1978, com o Sindicato dos Operários Estucadores, Trolhas e Pintores do Distrito do Porto e com o Sindicato dos Operários Pedreiros, Marmoristas, Montantes e Ofícios Correlativos do Porto, dando origem ao Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil, Madeiras, Mármores e Pedreiras do Distrito do Porto.

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Madeira do Porto e Aveiro

  • Entidade colectiva
  • 1936 – 1983

Integrou, em 1976, o Sindicato dos Operários da Indústria de Madeiras do Distrito de Aveiro, dando origem ao Sindicato dos Operários das Indústrias de Madeiras dos Distritos de Porto e Aveiro.. . Por «[...] processo de dissolução voluntária entrado no Ministério do Trabalho, foi cancelado em 12 de Setembro de 1979 o registo dos Estatutos do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Madeiras do Distrito de Aveiro, publicados no ''Diário do Governo'', 3.ª série, n.º 200 (suplemento), de 30 de Agosto de 1975, nos termos do artigo 10.º do referido diploma legal, cujo património passa a constituir pertença do Sindicato dos Operários das Indústrias de Madeiras dos Distritos do Porto e Aveiro.» (''BTE'', 1.ª série, n.º 40, 1979-10-29, p. 2638).. . Integrou-se, em 1983, no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil, Madeiras, Mármores e Pedreiras do Distrito do Porto, dando origem ao Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção Civil, Madeiras, Mármores e Pedreiras dos Distritos de Porto e Aveiro.

Sindicato dos Trabalhadores Agrícolas do Distrito de Portalegre

  • PT-STADP/13
  • Entidade colectiva
  • 1975 –

O Sindicato dos Trabalhadores Agrícolas do Distrito de Portalegre foi constituído em 1975, com a designação de Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura do Distrito de Portalegre, associação constituída pelos trabalhadores que exerçam a sua actividade na agricultura, pecuária, silvicultura e áreas afins. A criação deste sindicato enquadra-se num contexto pós-revolução em que as diferentes classes sociais rurais do Sul se organizam no sentido de defenderem os seus interesses e os assalariados rurais organizam-se em sindicatos de base distrital.

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Centro, Sul e Ilhas

  • Entidade colectiva
  • 1975-1996

A constituição do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Centro, Sul e Ilhas Adjacentes e Moagens do Centro e Sul foi publicada no DG 173 – 3ª serie de 29 de Julho de 1975, e integraram-se nele os trabalhadores do Sindicato das Moagens do Centro e Sul que se extinguiu e, ainda, os trabalhadores do Sindicato dos Plásticos do Sul e do Sindicato das Indústrias de Fósforos de Lisboa (1977) que, também se extinguiram.. Em 1980, a designação do sindicato foi alterada para Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Centro, Sul e Ilhas (B.T.E. nº 19, 1ª serie, de 22 de Maio de 1980). .

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio Farmacêuticos

  • Entidade colectiva

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio Farmacêuticos (STICF) teve os seus estatutos aprovados em 21 de Julho de 1975 e a sua constituição foi publicada no Diário do Governo nº 169, 3ª serie, de 24 de Julho de 1975, e é resultante da transformação do Sindicato (corporativo) dos Delegados de Propaganda Médica. Com sede em Lisboa, na avenida Miguel Lombarda, 96 1º esquerdo, integrava trabalhadores, independentemente da sua profissão, ligados à indústria e comércio de produtos farmacêuticos e aqueles que, não estando directamente ligados a estes ramos de actividade, exercessem sua profissão em empresas cuja actividade principal seja a indústria e comércio de produtos farmacêuticos. . Em 1996 dá-se a fusão do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio Farmacêuticos, apenas na parte relativa aos distritos de Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Évora, Portalegre, Beja e Faro e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Sul dando origem ao Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro Sul e Ilhas (SINQUIFA). .

Mari

Silva, Manuel

  • Pessoa

Nascido em Braga e criado na Casa dos Órfãos, Manuel Silva começou a trabalhar com cerca de 17 anos.. Em 1968, integrou a lista democrática que venceu as eleições à direcção do Sindicato dos Metalúrgicos de Braga. Trabalhou grande parte da sua vida, até à idade de reforma, na Pachancho (Fábrica Nacional de Pistões), em Braga. Participou da delegação portuguesa à 59.ª Conferência da OIT. Foi condecorado por Ramalho Eanes..

Autocoop

  • Entidade colectiva

Sousa, Baltazar Leite Rebelo de

  • Pessoa
  • 1921.04.16 - 2002.12.01

Baltazar Leite Rebelo de Sousa (Lisboa, 16 de Abril de 1921 – Lisboa, 1 de Dezembro de 2002) foi um médico, professor e político português.. . Médico de formação, era licenciado em Medicina e diplomado nos cursos de Medicina Tropical e Medicina Sanitária.. . Foi secretário do ministro das Colónias Marcelo Caetano, dirigente corporativo, secretário-geral dos Escuteiros de Portugal, sub-inspector médico dos Serviços Médico-Sociais e da Federação das Caixas de Previdência.. . Em 1953 foi eleito deputado à Assembleia Nacional pelo círculo de Évora e, em 1957, foi eleito pelo círculo de Braga.. . Enquanto estudante foi comandante do Centro Universitário de Lisboa da Mocidade Portuguesa, tendo sido depois chefe dos seus Serviços Culturais e director dos serviços de intercâmbio com o estrangeiro, vindo a ocupar interinamente o cargo de Comissário Nacional enquanto subsecretário de Estado da Educação Nacional, de 1955 a 1961.. . Foi Governador-Geral de Moçambique (então província ultramarina de Portugal) de 1968 a 1970, sucedendo a José Augusto da Costa Almeida. Foi substituído nesse cargo pelo Engenheiro Eduardo de Arantes e Oliveira. De regresso a Lisboa, desempenhou funções de ministro-delegado do presidente do Conselho para a Emigração, ocupou as pastas ministeriais da Saúde e Assistência, das Corporações e Previdência Social e, em 1973, a do Ultramar até 1974.. . Após o 25 de Abril de 1974 viveu alguns anos no Brasil, onde foi administrador de empresas no estado de São Paulo, leccionou em diversas universidades e pertenceu a várias associações culturais Luso-Brasileiras.. Foi o pai de Marcelo Rebelo de Sousa e António Rebelo de Sousa.

Franca, Basílio Adolfo Mendonça Horta da

  • Pessoa
  • 1943-11-16 -

Basílio Adolfo Mendonça Horta da Franca (Tábua, 16 de Novembro de 1943) é um jurista e político português.. Basílio Horta é licenciado em Direito e diplomado no Curso Complementar de Ciências Político-Económicas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Exerceu funções como subdelegado e delegado do Procurador da República, técnico da Inspecção-Geral de Crédito e Seguros, secretário-geral da Corporação da Indústria e director-geral da Confederação da Indústria Portuguesa. Co-fundador do Partido do Centro Democrático Social, ocupou os cargos de secretário-geral e vice-presidente da Comissão Política Nacional e de presidente da Mesa do Congresso do CDS. Foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República, ministro do Comércio e Turismo nos II e VI Governos, ministro de Estado no VII Governo e ministro da Agricultura, Comércio e Pescas no VIII Governo. Foi também vice-presidente da Assembleia da República, membro do Conselho de Estado, candidato à Presidência da República e representante permanente de Portugal na OCDE. Actualmente preside ao Conselho de Administração da aicep Portugal Global e é professor associado convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa.. . Foi distinguido com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, da Ordem de Leopoldo da Bélgica, da Ordem do Mérito Civil de Itália, da Ordem Magyar da Hungria, do Mérito Civil de França e a Grande Oficial da Ordem de Mérito da Holanda.

Corame

  • Entidade colectiva

Grundig

  • Entidade colectiva
  • 1945 -

Icesa

  • Entidade colectiva

Moura, José Aurélio da Silva Barros

  • Pessoa
  • 1944.10.08 - 2003.03.25

José Barros Moura (Porto, 8 de Outubro de 1944 - 25 de Março de 2003) foi um político português.. . Iniciou a actividade política nas lutas académicas, em 1962, o que lhe valeu ser expulso da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Licenciou-se em Coimbra, onde entretanto voltou a envolver-se, como dirigente associativo, na luta académica de 1969, já como militante do PCP, o que lhe valeu a alcunha de IBM (Inteligente Barros Moura).. . Incorporado compulsivamente nas fileiras do exército português, foi enviado para a Guiné, a pior frente de combate na Guerra Colonial Manteve-se no PCP durante 27 anos, afastando-se na altura da perestroika. Adere então à Plataforma de Esquerda, grupo formado por dissidentes comunistas e integrado, entre outros, por Miguel Portas, Joaquim Pina Moura, Daniel Oliveira e José Magalhães. Em 1999 adere ao PS, de que já era deputado independente eleito para o Parlamento Europeu. Eleito para a Assembleia da República, foi vice-presidente da bancada parlamentar socialista.. . Foi também presidente da Assembleia Municipal de Felgueiras, cargo que abandonou por discordar do estilo de gestão imprimido pela presidente do município, Fátima Felgueiras.. . Entre 1988 e 2003 exerceu funções docentes na Universidade Autónoma de Lisboa (Departamento de Direito).

Veloso, António Elísio Capelo Pires

  • Pessoa
  • 1926-08-10 -

«Frequentou o Liceu Nacional Alexandre Herculano, no Porto, até 1944, ano em que se matriculou no Curso de Preparatórios Militares da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Aos vinte anos ingressa na Escola do Exército, concluindo o Curso de Infantaria, a que se seguiu o tirocínio, na Escola Prática de Infantaria. Em 1949 inicia, definitivamente, a sua carreira militar, como alferes em Macau, onde peramanece até 1951. Em 1961, com o eclodir da Guerra do Ultramar vai prestar serviço em Angola, até 1964, e em Moçambique, de 1965 até 1974. Após o 25 de Abril de 1974 é nomeado governador de São Tomé e Príncipe, até 18 de Dezembro do mesmo ano, data em que passou a alto comissário, função que manteve até à independência do território, em 1975[2]. Em Setembro de 1975, na era do PREC, foi designado comandante da Região Militar do Norte, com quartel-general no Porto, dando por terminada a sua missão em 1977. Na sequência do 25 de Novembro de 1975, é nomeado membro do Conselho da Revolução, até 1977. Com a frequência do Curso Superior de Comando e Direcção do Instituto de Altos Estudos Militares, ascendeu em 1988, à patente de oficial general.. . Pires Veloso candidatou-se a Presidente da República, como independente, às eleições de 1980, nas quais foi reeleito Ramalho Eanes[3].. . No dia 25 de Abril de 2006 foi agraciado pelo presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio com a Medalha Municipal de Mérito (Grau Ouro), pelo seu «desempenho militar» e «papel fundamental na consolidação da democracia nacional durante o período em que comandou a Região Militar do Norte»[4].. . Publicou o livro Vice-Rei do Norte - Memórias e Revelações[5], em 2009.»

Couto, José Manuel Torres

  • Pessoa
  • 1947 -

«Sindicalista e político socialista português nascido em 1947, no Porto, numa família de recursos modestos. Concluiu os estudos secundários já como trabalhador-estudante. Tendo cumprido uma parte do serviço militar na Guiné, trabalhou na Companhia de Seguros Império, onde foi eleito, em 1975, delegado sindical. No ano seguinte foi nomeado para a direção do Sindicato dos Trabalhadores de Seguros do Sul e Ilhas. Em 1978 foi criada a UGT, assumindo Torres Couto a função de secretário-geral no ano seguinte. É deputado ao Parlamento Europeu, eleito pelo PS em 1989 e reeleito em 1994.»

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