Partido Democrático [de Timor-Leste]
- Entidade colectiva
- 2001-06-10 -
Partido Democrático [de Timor-Leste]
Associação da Amizade Portugal - Timor Loro Sae
Partido Socialista Timorense (PST)
Associação Desportiva e Cultural Luso Timorense (ADCLT)
Confederation of Indonesia Prosperity Trade Union (KSBSI) - Indonésia
Confederação Mundial do Trabalho (CMT)
Service Employees International Union (SEIU)
European Federation of Food, Agriculture and Tourism Trade Unions (EFFAT)
Federação Sindical Europeia dos Serviços Públicos (EPSU/FSESP)
Freitas, Manuel António Teixeira de
Nasceu na cidade da Horta, nos Açores, em 1950. Doutor e Mestre em Ciências da Educação pela Universidade Nova de Lisboa, e Licenciado em Educação Física pelo antigo Instituto Nacional de Educação Física (INEF). Professor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, onde é Director da Licenciatura de Ciências da Educação, do Mestrado e do Doutoramento na mesma área científica. Director da Unidade de Investigação Observatório de Políticas de Educação e de Contextos Educativos na sua Universidade. Director da Revista Lusófona de Educação. Membro fundador do movimento sindical docente. Presidente da Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (1979-1989) e Secretário-Geral da Federação Nacional dos Professores, FENPROF (1983-1994). Membro do Comité Europeu da Confederação Mundial das Organizações da Profissão Docente, CMOPE/WCOTP (1988-1992) e do Comité Europeu da Internacional de Educação (1993-1994). . Inspector-Chefe do Ensino Primário (1974-1975). Director da revista o professor (1977-1979). Membro do Conselho Nacional de Educação (1988-1994). Consultor do Conselho de Ministros para os Assuntos da Educação, Formação, Cultura e Ciência (1995-1999). É, desde 1995, Presidente da Direcção do Fórum Educação. Co-fundador e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Instituto Paulo Freire – Portugal, e membro do Conselho de Assessores internacionais do Instituto Paulo Freire, de São Paulo.
Cimpor - Cimentos de Portugal, S. A.
Cimianto - Sociedade Técnica de Hidráulica, S. A.
CTT - Correios de Portugal, S. A.
Lisnave: Estaleiros Navais, S. A.
Curto, Francisco Manuel Marcelo Monteiro
«Jurista e professor catedrático português da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde concluiu as licenciaturas em Ciências Histórico-Jurídicas e em Ciências Político-Económicas. Nasceu em 1926 e faleceu em 2000. Doutorou-se em 1968 com a dissertação ''Critério e Estrutura do Estabelecimento Comercial'', sobre o problema da empresa como objeto de negócios. Foi titular da cátedra de Teoria Geral do Direito Civil desde 1978, data em que sucedeu ao Professor Doutor Manuel de Andrade. Professor de reconhecido mérito e prestígio, durante a década de 80 lecionou as cadeiras mais importantes do curso de Direito da Universidade de Coimbra, marcando várias gerações de juristas. O seu interesse pela poesia levou-o a publicar os seus poemas sob o título Sobre a Noite e a Vida.. De entre a sua obra pode-se destacar: A Teoria Geral da Relação Jurídica: seu sentido e limites, Direito Comercial e O Ónus da Arguição.»
Azevedo, José Baptista Pinheiro de
«Ingressou na Escola Naval, em 1934, e na Marinha, em 1937. Foi professor de Astronomia e Navegação na Escola Naval e leccionou no Curso de Capitães da Escola Náutica Infante D. Henrique. Colaborou em livros técnicos, sobre Trigonometria, Meteorologia e Navegação. Integrou o MUD e foi apoiante das candidaturas de Norton de Matos, Quintão Meireles e Humberto Delgado. Serviu na Guerra Colonial, tendo sido encarregue da defesa marítima de Angola. Foi adido naval na Embaixada de Portugal em Londres (1968-1971). Aquando do 25 de Abril de 1974, era capitão de mar-e-guerra. Foi membro da Junta de Salvação Nacional, assumindo o cargo de chefe do Estado-Maior da Armada (1975-1976). Empenhado na democratização do país durante o PREC, era Primeiro-Ministro do VI Governo Provisório, quando se deu o 25 de Novembro de 1975. Posteriormente foi candidato a Presidente da República nas presidenciais de 1976. Um ano depois tornou-se presidente do Partido da Democracia Cristã, fundado por Sanches Osório.»
Carneiro, Francisco Manuel Lumbrales de Sá
''Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 de Julho de 1934 — Camarate, 4 de Dezembro de 1980) foi um advogado e político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social Democrata, e ainda Primeiro-Ministro de Portugal, durante cerca de onze meses, no ano de 1980.''
Sociedades Reunidas de Fabricações Metálicas (SOREFAME)
«Licenciou-se em Ciências Físico-Químicas na Universidade de Coimbra, em 1951, e doutorou-se em Física Nuclear na Universidade de Cambridge, em 1957. Professor catedrático da Universidade de Coimbra a partir de 1961, foi nomeado reitor da Universidade de Lourenço Marques (que foi, praticamente, uma criação sua), em 1963. Regressou a Portugal em 1970, para assumir o cargo de ministro da Educação Nacional, que abandonaria com a Revolução dos Cravos. Durante aquele período, afirmou-se como defensor da democratização do ensino e foi responsável pela criação da Universidade de Aveiro, em 1973. Foi embaixador de Portugal nas Nações Unidas, entre 1974 e 1975, ano em que se estabeleceu nos Estados Unidos. Durante a sua estada foi visiting fellow da Universidade de Yale, consultor do National Assessment and Dissemination Center e dirigiu a Portuguese Heritage Foundation.. . Quando regressou a Portugal foi presidente do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial, de 1978 a 1983, e contratado como professor catedrático da Universidade da Beira Interior, entre 1985 e 1992. Voltou ao exercício de funções políticas na III República Portuguesa — eleito deputado à Assembleia da República, pelo Partido Socialista, em 1983, assumiu o cargo de ministro da Indústria e Energia no Bloco Central, até 1985; em Novembro de 1997, António Guterres nomeou-o ministro da Defesa do XIII Governo Constitucional.. . Veiga Simão é Doutor Honoris Causa pelas seguintes universidades: Universidade de Witwatersrand (Joanesburgo), Universidade Eduardo Mondlane (Maputo), Lesley College (Cambridge/Massachusetts), Universidade de Aveiro, Universidade do Minho e Universidade da Beira Interior.»
Informação e Propaganda Sindical (Departamento)
A referência mais antiga que conseguimos localizar relativa à esfera de actuação do actual Departamento de Informação sinaliza a sua existência em 1974, se não de um departamento enquanto tal, pelo menos de algumas das actividades que viria a desempenhar, e pode ser encontrada no documento intitulado Relatório das Contas do Exercício de 1974, apresentado pelo Secretariado da Intersindical à reunião do Plenário Nacional de Sindicatos realizado nos dias 8 e 9 de Março de 1975, em Coimbra . Nesse relatório, pode encontrar-se uma rubrica intitulada “Informação e Propaganda”, onde, entre outras, se elencam as despesas, efectuadas em 1974, relativas a: anúncios, assinaturas e tipografia, o que nos oferece, também, alguma informação sobre as actividades desempenhadas então. . . Mas as funções do departamento são claramente definidas, apenas, em 1980, após a realização do 3.º Congresso da CGTP-IN (6 a 9 de Março). Ao Departamento de Informação e Propaganda, então na dependência do Secretariado Nacional (actual Conselho Nacional), cabia assegurar: «[…] as tarefas de informação, agitação, propaganda, relações públicas, as actividades editoriais e a edição da revista “Alavanca” […]». . . Esta designação (Informação e Propaganda) manter-se-ia até 1983, ou seja, até ao 4.º Congresso da CGTP-IN, altura em que é alterada para “Informação e Propaganda Sindical”, mantendo, contudo, inalteradas as suas funções. . . Após o 5.º Congresso (29 a 31 de Maio de 1986), a estrutura formal do departamento é redefinida, reorganizando-se as suas funções em torno de duas “Frentes de Acção”, a “Informação e Propaganda” e as “Relações Públicas”, integradas, por sua vez, numa “Área de Orientação Sindical” intitulada “Informação”. O departamento, tal como as restantes áreas de orientação sindical, passa a estar na dependência directa da Comissão Executiva do Conselho Nacional, situação que perduraria até à actualidade, tendo como funções tratar «[…] das questões relativas à informação e propaganda sindical; coordena[r] a acção do movimento sindical nesta frente; assegura[r] a direcção do Alavanca.». . A partir de 1989, as “Áreas de Orientação Sindical” passam a designar-se “Áreas de Acção Sindical” e as “Frentes de Acção” passam a nomear-se “Departamentos”. Assim, a área de acção sindical “Informação e Relações Públicas” é composta pelo Departamento de Informação e Propaganda e pelo Departamento de Relações Públicas.. . Após a realização do 7.º Congresso (4 a 6 de Março de 1993), o Departamento continua integrado na mesma área de acção sindical, embora renomeada – “Área de Acção Sindical Informação e Propaganda Sindical” –, e assiste-se à divisão de funções desempenhadas pelo até então designado Departamento de Informação e Propaganda, dando lugar ao Departamento de Comunicação Social e ao Departamento de Propaganda Sindical, mantendo-se com as mesmas funções e designação o Departamento de Relações Públicas.. . Com o desfecho do 8.º Congresso (31 de Maio a 1 de Junho de 1996), para além da alteração a registar na designação da área de acção sindical onde se integra o departamento – “Área de Acção Sindical Informação, Comunicação Social e Propaganda Sindical” –, as suas funções voltam a estar repartidas em dois departamentos: “Informação e Comunicação Social”, “Propaganda Sindical”. Mantém-se inalterado o departamento de “Relações Públicas”, com as mesmas funções.. . Na sequência do 9.º Congresso (10 a 11 de Dezembro de 1999), sucede-se nova modificação, apenas ao nível das designações: “Área de Acção Sindical Informação, Propaganda Sindical e Comunicação Social”; departamentos: “Informação e Propaganda Sindical”, “Comunicação Social” e “Relações Públicas” . Não se registaram alterações nos mandatos seguintes.
Sindicato Nacional dos Operários Metalúrgicos do Distrito do Porto
Amaral, Diogo Pinto de Freitas do
Sindicato Nacional dos Técnicos e Operários das Indústrias Químicas do Distrito de Lisboa
O Sindicato Nacional dos Técnicos e Operários das Indústrias Químicas do Distrito de Lisboa teve os seus estatutos aprovados, por alvará de 10 de Maio de 1965 e publicados no Boletim do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência nº10, ano 32 de 31 de Maio de 1965, teve a sua sede em Lisboa e representava os interesses profissionais dos indivíduos que nos distritos de Lisboa, Santarém, Leiria, Funchal, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta, exerciam a sua profissão nas indústrias químicas. Sendo considerados técnicos das indústrias químicas os empregados que, pelas suas funções exercidas tinham essa designação e não estavam abrangidos por qualquer outro sindicato, e designadamente os empregados de laboratório, os analistas e os preparadores de analises clínicas industriais e seus auxiliares, e ainda os desenhadores fabris. .
Sindicato dos Quadros e Técnicos de Desenho (SQTD)
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação do Norte (STIANOR)
Sindicato dos Fogueiros, Energia e Indústria Transformadoras (SIFOMATE)
Sindicato dos Trabalhadores da Pesca do Norte
Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Norte (SINORQUIFA)
Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes da Área Metropolitana do Porto
Sindicato dos Fisioterapeutas Portugueses
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas do Sul
Sindicato Nacional dos Profissionais de Armazém do Funchal
Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da Região Autónoma da Madeira
Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)
Partido Ecologista ''Os Verdes'' (PEV)