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Sindicato dos Operários Metalúrgicos e Metalomecânicos do Distrito de Portalegre

  • PT-SOMMDP/12
  • Entidade colectiva
  • 1947-1983

O Sindicato Nacional dos Técnicos e Operários Metalúrgicos e Metalomecânicos do Distrito de Portalegre foi constituído por alvará de 5 de Abril de 1947. Teve os seus primeiros estatutos aprovados por despacho do subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social a 8 de Março de 1947. A sua primeira Direcção tomou posse a 4 de Junho de 1947, composta por José Maria Ratana (secretário), Francisco da Piedade Guapo Mocito (tesoureiro), Manuel Maria Charrais (vogal), José Avelino Velez Gil (vogal) e Manuel Maria Barbas (presidente, que fixou residência em Lisboa deixando de poder exercer o cargo). O sindicato foi registado a 31 de Agosto de 1975, no Ministério do Trabalho, como Sindicato dos Metalúrgicos do Distrito de Portalegre.
Foi extinto por processo de dissolução voluntária a 30 de Março de 1983, passando o património a constituir pertença do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas do Sul, organismo resultante da fusão de diversos sindicatos da categoria, entre eles o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos e Metalomecânicos do Distrito de Portalegre.

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Alimentares de Hidratos de Carbono do Sul

  • Entidade colectiva
  • 1979-2006

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Alimentares de Hidratos de Carbono do Sul nasceu na Assembleia Constituinte realizada em 21 de Janeiro de 1979, onde foram aprovados os estatutos e elegeu-se uma Comissão Directiva provisória. Fizeram parte deste novo Sindicato:

  • Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Panificação e Produtos Alimentares Afins do Distrito de Leiria;
  • Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Panificação e Produtos Alimentares Afins do Distrito de Santarém;
  • Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Panificação e Produtos Alimentares Afins do Distrito de Lisboa;
  • Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Panificação do Distrito de Setúbal, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Panificação e Produtos Alimentares Afins do Alentejo e Algarve;
  • Sindicato Nacional do Pessoal da Indústria de Doçaria do Distrito de Lisboa.
    Filiou-se na Federação dos Sindicatos dos Indústrias de Panificação, Produtos Alimentares e Afins e na CGTP-IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional.
    Ao longo dos anos foram-se integrando novos Sindicatos e em 2006, após uma reestruturação sindical, surgiu o novo sindicato designado: Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), em assembleias gerais nos dias 16 e 17 de Março de 2006.

M

Manu

Rodrigues, Luís

  • Pessoa
  • 1945 –

«Nasceu em Lisboa em 1945.
Estudou pintura na Escola de Artes Decorativas António Arroio no final dos anos 50 e nos anos 60.
Realizou cerca de três dezenas de exposições individuais entre 1981 e 2018.
Participou em várias exposições colectivas.
Foi ilustrador das revistas "Marie Claire", "DN Magazine" e "Pais & Filhos".
Faz parte de várias colecções particulares e de instituições.
Foi fundador da extinta Associação de Artes Plásticas de Cascais e seu sócio n.º 1.
Referenciado no "Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses" de Fernando Pamplona e em "Cotação de Artistas Portugueses em Leilão 2010/2015" de Jean-Pierre Blanchon.»

Informação e Propaganda Sindical (Departamento)

  • Entidade colectiva
  • 1974 [?] -

A referência mais antiga que conseguimos localizar relativa à esfera de actuação do actual Departamento de Informação sinaliza a sua existência em 1974, se não de um departamento enquanto tal, pelo menos de algumas das actividades que viria a desempenhar, e pode ser encontrada no documento intitulado Relatório das Contas do Exercício de 1974, apresentado pelo Secretariado da Intersindical à reunião do Plenário Nacional de Sindicatos realizado nos dias 8 e 9 de Março de 1975, em Coimbra . Nesse relatório, pode encontrar-se uma rubrica intitulada “Informação e Propaganda”, onde, entre outras, se elencam as despesas, efectuadas em 1974, relativas a: anúncios, assinaturas e tipografia, o que nos oferece, também, alguma informação sobre as actividades desempenhadas então. . . Mas as funções do departamento são claramente definidas, apenas, em 1980, após a realização do 3.º Congresso da CGTP-IN (6 a 9 de Março). Ao Departamento de Informação e Propaganda, então na dependência do Secretariado Nacional (actual Conselho Nacional), cabia assegurar: «[…] as tarefas de informação, agitação, propaganda, relações públicas, as actividades editoriais e a edição da revista “Alavanca” […]». . . Esta designação (Informação e Propaganda) manter-se-ia até 1983, ou seja, até ao 4.º Congresso da CGTP-IN, altura em que é alterada para “Informação e Propaganda Sindical”, mantendo, contudo, inalteradas as suas funções. . . Após o 5.º Congresso (29 a 31 de Maio de 1986), a estrutura formal do departamento é redefinida, reorganizando-se as suas funções em torno de duas “Frentes de Acção”, a “Informação e Propaganda” e as “Relações Públicas”, integradas, por sua vez, numa “Área de Orientação Sindical” intitulada “Informação”. O departamento, tal como as restantes áreas de orientação sindical, passa a estar na dependência directa da Comissão Executiva do Conselho Nacional, situação que perduraria até à actualidade, tendo como funções tratar «[…] das questões relativas à informação e propaganda sindical; coordena[r] a acção do movimento sindical nesta frente; assegura[r] a direcção do Alavanca.». . A partir de 1989, as “Áreas de Orientação Sindical” passam a designar-se “Áreas de Acção Sindical” e as “Frentes de Acção” passam a nomear-se “Departamentos”. Assim, a área de acção sindical “Informação e Relações Públicas” é composta pelo Departamento de Informação e Propaganda e pelo Departamento de Relações Públicas.. . Após a realização do 7.º Congresso (4 a 6 de Março de 1993), o Departamento continua integrado na mesma área de acção sindical, embora renomeada – “Área de Acção Sindical Informação e Propaganda Sindical” –, e assiste-se à divisão de funções desempenhadas pelo até então designado Departamento de Informação e Propaganda, dando lugar ao Departamento de Comunicação Social e ao Departamento de Propaganda Sindical, mantendo-se com as mesmas funções e designação o Departamento de Relações Públicas.. . Com o desfecho do 8.º Congresso (31 de Maio a 1 de Junho de 1996), para além da alteração a registar na designação da área de acção sindical onde se integra o departamento – “Área de Acção Sindical Informação, Comunicação Social e Propaganda Sindical” –, as suas funções voltam a estar repartidas em dois departamentos: “Informação e Comunicação Social”, “Propaganda Sindical”. Mantém-se inalterado o departamento de “Relações Públicas”, com as mesmas funções.. . Na sequência do 9.º Congresso (10 a 11 de Dezembro de 1999), sucede-se nova modificação, apenas ao nível das designações: “Área de Acção Sindical Informação, Propaganda Sindical e Comunicação Social”; departamentos: “Informação e Propaganda Sindical”, “Comunicação Social” e “Relações Públicas” . Não se registaram alterações nos mandatos seguintes.

Vicente, Manuel António

  • Pessoa
  • 1930 -

80 anos de idade, filho de camponeses.
Durante a sua vida foi sempre operário agrícola.
Aos 46 anos, consegue a 4.ª classe, assim como a carta de condução – “foi importante para desenvolver a minha actividade sindical.
Em Outubro de 1974 teve a responsabilidade de coordenação do Sindicato Agrícola do distrito de Évora e, cinco anos depois, da Federação dos Sindicatos Agrícolas.
Foi membro da União dos Sindicatos de Évora e do Secretariado da CGTP-IN.

Pinela, José Malaquias

  • Pessoa
  • 1935-12-08 -

Natural de Santiago do Cacém.
O pai era operário corticeiro e da construção civil. A mãe era operária agrícola.
Aos 10 anos, fiz a 4.ª classe. Aos catorze, comecei a trabalhar como operário corticeiro e da construção civil.
Aos quinze anos, ingressei no MUD-Juvenil. Aos dezoito anos, ingressei no PCP, de onde saí aos vinte e três anos.
Aos vinte e cinco anos, comecei a trabalhar no comércio retalhista, no Largo de S. Domingos, em Lisboa e, depois, em 1965, nos Armazéns da Betesga, na Praça da Figueira.
Em Abril de 1970 fui eleito presidente do Sindicato dos Caixeiros e Profissões Similares do Distrito de Lisboa.
Em Outubro de 1970, participei, enquanto presidente do sindicato, na fundação da Intersindical.
Em 1973, ingressei no INE no curso de Economia, que finalizei em 1978.
Em 1974, depois do 25 de Abril, fui designado pela Intersindical, junto com o Canais Rocha e o Jaime Félix, para constituir uma comissão de apoio, junto do Ministério do Trabalho, para a elaboração de legislação sindical.
De 1976 a 1985, fui assessor técnico da Federação Portuguesa dos Sindicatos de Comércio [onde foi colaborador permanente de "O Trabalhador do Comércio e Serviços"].
Em 1985, iniciei a profissão de professor de Economia. Fui presidente da escola de 1994 a 1996.
Reformei-me aos 70 anos, em 2005.

Silva, Armando Artur Teixeira da

  • Pessoa
  • 1944-07-25 –

Naturalidade: Porto;. Formação escolar: 2.º ciclo;. Profissão: operário gráfico;. Impressor Offset;. Presidente da direcção do Sindicato dos Gráficos do Porto, Bragança e Vila Real a partir de 1974;. Membro do Secretariado da União dos Sindicatos do Porto (USP);. Membro suplente do Secretariado Nacional (actual Conselho Nacional) da CGTP-IN no mandato 1975-1977. Membro efectivo entre os mandatos 1977-1983. Membro do Conselho Nacional entre os mandatos 1983-1986 e 1986-1989;. Membro da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN entre os mandatos 1977-1980 e 1986-1989. Coordenador da CGTP-IN entre os mandatos 1977-1980 e 1983-1986;. Deputado à Assembleia da República: 1980-11-03 a 1981-04-29; 1981-05-07 a 1981-12-02;. Secretário de Estado da Segurança Social no V Governo Provisório.

Silva, João António

  • Pessoa
  • 1916-04-07 – 2015-12-21

Nasceu a 7 de Abril de 1916, em Lisboa, nos confins do popular bairro lisboeta de Alfama.
Começou a trabalhar aos 12 anos, como escriturário.
Aos 17 anos, troca o escritório pelos estúdios da Tobis. A sua ligação à sétima arte manteve-se até aos 63 anos, com duas interrupções forçadas. A primeira deu-se logo em 1934, ano da sua admissão na Tobis, tendo como causa directa a sua participação na revolta do 18 de Janeiro. O arrojo custou-lhe dois anos de degredo nos Açores. A segunda, por um período mais curto, veio na sequência do funeral de Bento de Jesus Caraça. João Silva estava a filmar a manifestação de democratas que a cerimónia do funeral constituiu, quando a polícia lhe arrancou o filme da máquina e enviou o seu autor, uma vez mais, para a prisão.
No cinema, João Silva foi sucessivamente clakette-boy, assistente de operador e operador, tendo chegado a ser assistente do realizador italiano Ettore Scola, no filme "Perdido em África", rodado no deserto de Moçâmedes.
Entre outros, trabalhou com os seguintes realizadores: Cottinelli Telmo, Chianca de Garcia, Jorge Brum do Canto, Arthur Duarte, António Lopes Ribeiro, Francisco Ribeiro, Alexandre Onuchi, Leitão de Barros, Perdigão Queiroga e Henrique Campos. O seu nome figura na ficha técnica de filmes como: "Canção de Lisboa", "Bocage", "Aldeia da Roupa Branca", "João Ratão", "Pai Tirano", "O Leão da Estrela", "Pátio das Cantigas", "Fátima – Terra de Fé", "Um Homem às Direitas", "Ladrão Precisa-se", "A Morgadinha dos Canaviais", "Camões", "Fado", "Vendaval Maravilhoso", "Filho do Homem do Ribatejo", "Kill or be killed" (fita americana), "Cantiga da Rua", o já referido "Perdido em África", de Ettore Scola, e o filme francês "Singrid".
Cineclubista activo, João Silva pertenceu ao Círculo de Cinema, que acabou por ser encerrado pela PIDE, e os seus membros mais destacados mandados para Caxias.
Em Janeiro de 1950, João Silva demanda terras de Angola, onde se dedica ao documentário, designadamente ao serviço da Telecine-Angola, e garante, durante vários anos, o "Jornal de Actualidades".
Depois da independência de Angola, é convidado pela Televisão da República Popular de Angola para chefiar os serviços de cinema. Aceita o convite, mas cedo abdica da função de chefia, preferindo voltar para trás das câmaras.
Regressa a Portugal em Agosto de 1979, sendo desde esse ano repórter fotográfico no departamento de Informação da CGTP-IN.

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