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Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI)

  • Entidade colectiva
  • 1933 –

«Na origem do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas está o Sindicato Nacional dos Empregados Bancários do Distrito de Lisboa, fundado em 14 de dezembro de 1933 na sequência da criação do Estatuto do Trabalho Nacional.» (1). . «A partir de 30 de julho [de 1975], com a entrada em vigor dos novos Estatutos, o Sindicato passa a denominar-se Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI).» (2). . «Em 28 de junho [de 1979], os associados do SBSI votam, em Assembleia-Geral, a filiação do Sindicato na UGT, tornando-se desde logo um dos mais importantes membros da Central Sindical.» (3)

Aguiar, Quintino Manuel dos Santos

  • Pessoa
  • 1946-10-09 -

Filho de Pintor da Construção Civil e de Doméstica, nascido a 9/10/1946 em casa isolada propriedade de seu avô, situada numa pequena vinha, sita no Murtal, região demarcada de Carcavelos, à época freguesia de S. Domingos de Rana, concelho de Cascais.. Até aos sete anos entrar para a escola primária, passei os meus tempos a conviver com animais domésticos (ovelhas, galinhas, perus, patos, cães, gatos, etc.), não existindo num raio de 1 km uma só criança com quem pudesse conviver.. Fiz a primária e admissão às então escolas técnicas e ao liceu, tendo ingressado no Liceu Nacional de Oeiras, de onde saí aos 12 anos, entrando de imediato no mercado de trabalho como Aprendiz de Carpinteiro de Bancada (oficina). Aos 19 anos era Encarregado de Carpintaria.. Aos 20 anos entro no serviço militar obrigatório, onde estive 36 meses. Aí iniciei as minhas actividades políticas.. Aos 23 anos passo a Encarregado Geral de Carpintaria e inicio funções de Encarregado de Construção Civil e entretanto caso. Aos 24 anos sou pai de uma menina e aos 26 de um rapaz.. Com 27 anos, dá-se o 25 de Abril. Inicio de imediato a actividade política, sendo candidato à vereação da Câmara Municipal de Cascais, tendo abdicado de ser Vereador para dar prioridade à acção sindical que me leva da base até ao topo (Delegado, Dirigente de Sindicato, Dirigente Constituinte e Coordenador de Federação de Sector e Dirigente da Inter-Sindical Nacional / CGTP).. Na empresa em que trabalhava, dado as dificuldades existentes, particularmente dívidas a bancos e fornecedores, o que inviabilizava o seu funcionamento, entramos em auto-gestão, assumindo eu a Direcção de Gestão.. Fiz vários cursos de formação e efectuei representações do movimento sindical no estrangeiro, nomeadamente França, Itália, Dinamarca, URSS e RDA, bem como efectuei várias visitas de estudo.. O êxito obtido na gestão da empresa levou à liquidação de todas as dívidas e à aquisição desta pelos trabalhadores. Passei então a fazer parte de uma sociedade por quotas, tornei-me por força da acção desenvolvida pequeno empresário.. Doença grave leva-me ao afastamento da actividade sindical e politica durante alguns anos. Todo o tempo que conseguia dispor era então para dedicar à afirmação da nossa pequena empresa.. Superada a doença e estabilizada a empresa regresso às actividades políticas na área partidária e associativa, tendo sido membro da Comissão Concelhia de Cascais e da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP, sendo também dirigente associativo de colectividades.. Aos 49 anos, em conformidade com a minha actividade, assumo nova responsabilidade associativa, agora na área das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Sou eleito Presidente da CPPME – Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas.. Hoje, com 64 anos, continuo a ser pequeno empresário e mantenho o mesmo cargo de PR da CPPME, bem como continuo a ser PR da AG de duas colectividades.. Um desabafo, mantenho o casamento à 41 anos e estou prestes a ser avô.

Gonçalves, Avelino António Pacheco

  • Pessoa
  • 1939 –

Natural de Santiago de Bougado, concelho de Santo Tirso.. Frequentou o Curso Geral do Comércio na Escola Comercial Oliveira Martins e o Curso de Acesso ao Ensino Superior do Instituto Comercial do Porto. . Matriculou-se na Faculdade de Economia em 1965, tendo, por razões pessoais, suspendido os estudos em 1970.. Reingressou no 4.º ano da Faculdade de Economia do Porto no ano lectivo de 1992/1993, com um novo plano de estudos, concluindo, desde então, nove cadeiras.. Frequentou, desde 1994, numerosas acções de formação pedagógica.. . Empregado de escritório durante dois anos, sendo ajudante de guarda-livros de 1955 a 1957.. Empregado bancário durante vinte anos (dez anos no Banco Lisboa&Açores e dez anos no Banco de Portugal).. De 1976 a 1993 foi funcionário do PCP, com funções de organização e direcção.. . Leccionou cadeiras relacionadas com Economia e Gestão em diversos cursos de formação profissional, tendo estado ligado à Escola Profissional Raul Dória de 1993 a 2009.. Reformou-se por imperativo da lei quando perfez 70 anos.. . Dirigente do Sindicato dos Bancários do Porto em 1964/1967 e presidente da sua Direcção em 1972/1975.. Membro da direcção da Corporação de Crédito e Seguros em 1973/1974 e presidente da sua direcção em 1972/1975.. Ministro do Trabalho do I Governo Provisório após o 25 de Abril [1974-05-16 – 1974-07-17].. Deputado à Assembleia Constituinte em 1975/1976, integrando a Comissão das Questões do Trabalho e a Comissão de Redacção.. Membro do Comité Central do PCP de 1976 a 1996.. Membro da DOR Norte e da DOR Porto do PCP entre 1975 e 1998.. Participou nas conferências da OIT em 1974 e 1975.. Membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso durante nove anos.. Membro da Comissão Concelhia de Cinfães do PCP e da Direcção Regional de Viseu.

Pereira, Américo da Costa

  • Pessoa
  • 1935-04-17 – 2022-12-29

Percurso associativo e sindical (biografia até 1977):

  • Nascido a 17 de Abril de 1935;
  • Futebol de rua: aos 7 anos (preso por jogar à bola na rua);
  • Ensino Básico: 11 anos (1946);
  • Ensino Liceal: 1.º Ciclo: Liceu de Gil Vicente, Lisboa;
  • Andebol de 7 e de 11: campeonatos inter-turmas e inter-escolas;
  • Futebol (torneios inter-escolas);
  • Ensino Liceal (diurno): 2.º Ciclo, Escola Portugália;
  • Futebol (jogos inter-escolas); treinador: Canário (Sporting CP);
  • 1.º emprego: 1.º salário: servente de pedreiro;
  • Ensino Liceal (nocturno): 2.º Ciclo, Escola Portugália;
  • 2.º emprego: empregado num stand de automóveis;
  • 3.º emprego: empregado de escritório;
  • 4.º emprego: SPIC (Soc. Port. Imp. e Comércio): moço de armazém, recados e limpezas;
  • Futebol (torneios de equipas de bairros);
  • Andebol de 7 e de 11: júniores do Sport, Lisboa e Benfica (5 títulos ao Benfica, distritais e nacionais): treinador Prof. Augusto Raposo;
  • Futebol de 11: júniores do Sport, Lisboa e Benfica: Francisco (Chico) Ferreira e Valdiviezo;
  • Seniores de Andebol de 7 e 11: Sport, Lisboa e Benfica: treinador Prof. A. Raposo;
  • Futebol de 11: aspirantes e reservas: Sport, Lisboa e Benfica; treinadores: Valdiviezo e Otto Glória;
  • Castigado (1 ano) pela Direcção do Sport, Lisboa e Benfica (presidente Bugalho?);
  • Internacional de Andebol de 7 (Copa Latina de Andebol de 7);
  • Vida militar obrigatória: recruta no Regt.º Art. N.º 1 (em Lisboa);
  • Curso de Sargentos Milicianos (em Vendas Novas);
  • Cabo Miliciano em Sacavém: Regt.º Art. Pesada;
  • Futebol de 11: Associação Académica de Coimbra: Óscar Montez e Mário Imbeloni (1959), treinadores;
  • Treinador da equipa principal da secção de andebol da Associação Académica de Coimbra;
  • 3.º Ciclo Liceal;
  • Crise académica de 1961/1962;
  • Comissão dos Jogadores da Equipa de Futebol da Secção de Futebol da Associação Académica de Coimbra (Américo, Marta e Mário Wilson), na crise académica de 1961/1962;
  • Comissão Administrativa imposta pelo governo à Associação Académica de Coimbra;
  • Jogo de futebol: Associação Académica de Académica – Sporting CP (1962-05-20); treinador: A. Gomes;
  • Exame de admissão à Universidade de Coimbra;
  • Faculdade de Ciências: frequência do Curso de Engenheiro Geógrafo;
  • Último jogo de futebol pela Associação Académica de Coimbra: 1962-10-14: J. M. Pedroto;
  • Secção de Andebol da Associação Académica de Coimbra: dirigente e treinador de todas as equipas: séniores e júniores;
  • Presidência da Secção de Andebol da Associação Académica de Coimbra e equipa feminina de Andebol;
  • Equipa sénior de futebol do União de Coimbra (ingresso);
  • Lesão nos meniscos, joelho da perna direita (jogo em Portalegre);
  • Abandono do futebol;
  • Crise Académica de 1965.

2.

  • Destituição, pelo governo, da Direcção Central da Associação Académica de Coimbra;
  • Reunião das Secções da Associação Académica de Coimbra;
  • Tomadas de posição (deliberação da maioria das secções da Associação Académica de Coimbra de solidariedade com a Direcção Central da Associação Académica destituída pelo governo);
  • Recusa da Inspecção Nacional do Desporto Universitário de aceitar Américo da Costa Pereira como treinador de andebol remunerado pela Associação Académica de Coimbra;
  • Regresso a Lisboa (1965);
  • Trabalho com o pai na Empresa (1966);
  • Frequência da Faculdade de Ciências de Lisboa;
  • Frequência do Instituto de Psicologia Aplicada (ISPA);
  • Candidatura à Propaganda Médica (ingresso nos Laboratórios Atral-Cipan);
  • Ingresso nos Laboratórios Abbott (despedimento por actividades sindicais);
  • Membro da Direcção do Sindicato dos Profissionais de Propaganda Médica;
  • Vogal do Sindicato dos Profissionais de Propaganda Médica, representante às reuniões da Câmara Corporativa;
  • Ingresso nos Laboratórios Hoescht;
  • Reuniões intersindicais (semiclandestinidade);
  • Prisão de Daniel Cabrita;
  • 25 de Abril de 1974 (dirigente sindical na Intersindical até ao 1.º Congresso)
  • Tomada das instalações das Corporações;
  • 1.º de Maio de 1974 (responsável sindical da Intersindical pela Segurança da Tribuna onde discursaram Álvaro Cunhal, Mário Soares e outros) no Estádio 1.º de Maio;
  • Unidade sindical e unicidade sindical;
  • Representante da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos (UNTA);
  • recepção no Hotel Baía, em Cascais, e anúncio por Costa Martins, membro do Conselho da Revolução, do decreto sobre a unicidade sindical;
  • Congresso Internacional dos Sindicatos da Função Pública em Varsóvia, na Polónia, Outubro de 1974;
  • Reconhecimento da Intersindical pela Confederação dos Sindicatos Árabes;
  • Visita à República Democrática Alemã (RDA) a convite do representante em Varsóvia dos sindicatos alemães;
  • Contacto com a CGT francesa em relação à organização dos sindicatos da Função Pública;
  • Artigo no jornal “República”, de Marcelo Curto, a atacar as declarações de António Costa Pereira, em Paris, relativamente à necessidade da unidade dos trabalhadores portugueses perante as consequências da divisão sindical;
  • Trabalhadores emigrantes portugueses em França (contactos em Paris, Toulouse e Clermont Ferrand);
  • OIT em representação da Intersindical (conferência sobre a emigração);
  • Morte de Louis Saillan (presença de um representante da Intersindical no funeral);
  • Função Pública, STAL, Sindicato da Câmara Municipal de Lisboa (apoio aos sindicatos em formação);
  • Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Indústria Alimentar (apoio à reestruturação/verticalização sindical do sector);
  • V Governo Provisório: Ministério dos Assuntos Sociais (elo de ligação no gabinete do ministro, professor Pereira de Moura, com a Intersindical) (Agosto de 1975);
  • Regresso à Empresa Hoescht.

3.

  • INATEL - Secção de Formação de Quadros (req. à empresa, pela Intersindical);
  • 1.º Curso de Animadores Desportivos de Empresa (Grupo de Formados – Kiev); Ataque a Américo da Costa Pereira no “Jornal Novo”, por Dórdio Guimarães;
  • Tentativa de expulsão do INATEL de Américo da Costa Pereira pela polícia;
  • Solidariedade dos Trabalhadores do INATEL com Américo da Costa Pereira;
  • 6 meses sem vencimento no INATEL (a solidariedade dos restantes trabalhadores);
  • Decisão do Tribunal (1976);
  • Regresso à CGTP-IN como técnico sindical;
  • Departamento de Organização da CGTP-IN (1977);
  • Organograma da Central;
  • União dos Sindicatos de Aveiro;
  • União dos Sindicatos de Viseu;
  • Sindicatos dos Trabalhadores Agrícolas em Viseu e em Lamego;
  • Departamento de Tempos Livres da CGTP-IN;
  • Departamento de Segurança Social da CGTP-IN.

Intersindical Nacional dos Traballadores Galegos (INTG)

  • Entidade colectiva
  • 1981-1994

Sindicato nacionalista galego que se formou em 1981 através da união da Intersindical Nacional Galega (ING) e a Central de Traballadores Galegos (CTG). Em 1990, formou com a Confederación Xeral de Traballadores Galegos (CXTG) a Converxencia Intersindical Galega, para concorrer em coligação a eleições sindicais. Esta coligação uniu-se finalmente em 1994, transformando-se na Confederación Intersindical Galega (CIG).

Converxencia Intersindical Galega

  • Entidade colectiva
  • 1990-1994

Coligação da Intersindical Nacional de Traballadores Galegos (INTG) e Confederación Xeral de Traballadores Galegos (CXTG), formada em 1990 para concorrer a eleições sindicais, e que se uniu em 1994 transformando-se na Confederación Intersindical Galega (CIG).

Grão, Carlos António Pinheiro

  • Pessoa
  • - 1963-06-02.

Director-Secretário da Secção de Évora do Sindicato dos Profissionais de Seguros de Lisboa.

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