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Authority record

Grundig

  • Entidade colectiva
  • 1945 -

Icesa

  • Entidade colectiva

Moura, José Aurélio da Silva Barros

  • Pessoa
  • 1944.10.08 - 2003.03.25

José Barros Moura (Porto, 8 de Outubro de 1944 - 25 de Março de 2003) foi um político português.. . Iniciou a actividade política nas lutas académicas, em 1962, o que lhe valeu ser expulso da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Licenciou-se em Coimbra, onde entretanto voltou a envolver-se, como dirigente associativo, na luta académica de 1969, já como militante do PCP, o que lhe valeu a alcunha de IBM (Inteligente Barros Moura).. . Incorporado compulsivamente nas fileiras do exército português, foi enviado para a Guiné, a pior frente de combate na Guerra Colonial Manteve-se no PCP durante 27 anos, afastando-se na altura da perestroika. Adere então à Plataforma de Esquerda, grupo formado por dissidentes comunistas e integrado, entre outros, por Miguel Portas, Joaquim Pina Moura, Daniel Oliveira e José Magalhães. Em 1999 adere ao PS, de que já era deputado independente eleito para o Parlamento Europeu. Eleito para a Assembleia da República, foi vice-presidente da bancada parlamentar socialista.. . Foi também presidente da Assembleia Municipal de Felgueiras, cargo que abandonou por discordar do estilo de gestão imprimido pela presidente do município, Fátima Felgueiras.. . Entre 1988 e 2003 exerceu funções docentes na Universidade Autónoma de Lisboa (Departamento de Direito).

Sindicato das Ciências e Tecnologias da Saúde

  • Entidade colectiva
  • 1975 -

«Fundado em 1975, sob a designação de Sindicato dos Técnicos Paramédicos do Norte / Centro, manteve a sua estrutura regional até 1988. Nessa data passou a âmbito nacional, sob a denominação de Sindic»

Sindicato dos Trabalhadores na Hotelaria, Turismo, Alimentação, Serviços e Similares da Região Autónoma da Madeira

  • Entidade colectiva
  • 1923-08-03 –

«Foi no dia 3 de Agosto de 1923, pelas 21.15 horas, na Rua da Caboqueira nºs. 72 – 74, na sala “Semanário Trabalho e União” que foram aprovados os primeiros Estatutos da “Associação de Classe dos Criados e Artes Correlativas do Funchal”. Com a presença de 38 sócios, assim nasceu a primeira organização sindical do nosso sector. O primeiro presidente da nossa associação de classe foi o camarada António Gomes Henriques, sócio nº 1, que não sabia ler, era empregado de mesa na “Quinta da Achada” e natural da freguesia do Campanário.. Em 1924 o nosso Sindicato passou a chamar-se “Associação dos Criados, Cozinheiros e Artes Correlativas do Funchal”. Em 28 de Abril de 1926 o camarada António Luís Ferreira apresenta uma proposta em Assembleia Geral Extraordinária em que previa “direitos a advogado de defesa e a subsídio pelo cofre colectivo aos sócios que fossem presos por supostos delitos em defesa de todas as liberdades e regalias abrangidas pelas directrizes e orientações da organização operária”, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade.. Em 1933 o nosso Sindicato passa a chamar-se “Associação da Classe dos Empregados da Indústria Hoteleira e Profissões Anexas da Madeira”. É neste ano que, após várias reivindicações, é consagrado, através de Edital Camarário, um dia semanal de descanso para a nossa classe. . Em 1934 o nosso Sindicato verga-se ao salazarismo e é obrigado a chamar-se “Sindicato Nacional dos Empregados na Indústria Hoteleira e Profissões Anexas do Distrito do Funchal”. Ocorre então um grande deserto de silêncio que só em 1972, e após a denúncia do escândalo praticado por algumas empresas que aproveitavam a taxa de serviço (10% que pertencia aos trabalhadores), para pagarem os feriados e as horas extraordinárias, é que o nosso Sindicato renovou a sua luta.. Com o 25 de Abril de 1974, dá-se início a novas formas de luta dos trabalhadores, até que a 18 de Abril de 1977 tem lugar a revolta histórica do nosso Sindicato, que permitiu a reconquista da democracia e da liberdade sindicais, tendo, posteriormente, através de eleições, os sócios podido eleger os seus representantes sindicais, tendo a partir de então mudado a respectiva designação para “Sindicato dos Trabalhadores na Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares da Região da Madeira”.. Entretanto, a 6 de Dezembro de 2000, em Assembleia Geral, expressamente convocada para o efeito, o nosso Sindicato passa a agregar os sectores da Panificação, Pastelaria, Confeitaria, Bolachas e Moagens, tendo mudado o nome para “Sindicato dos Trabalhadores na Hotelaria, Turismo, Alimentação, Serviços e Similares da Região Autónoma da Madeira”.. O 25 de Abril de 1974 permitiu igualmente que o nosso Sindicato, graças aos aumentos salariais verificados nos contratos colectivos de trabalho dos sectores que representamos, passasse a dispor de uma capacidade financeira – obtida através das quotas pagas pelos respectivos trabalhadores – que lhe permitiu assegurar uma sede própria, primeiramente (em Abril de 1990) situada à Rua da Torrinha, nº 58 – 62 e posteriormente, desde Abril de 2000, na Rua da Alegria, nº 31, onde presentemente dispomos de vários espaços em três dos andares do respectivo prédio.»

Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro, Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA)

  • PT-SITECSRA/14
  • Entidade colectiva
  • 2010-

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas é constituído por trabalhadores dos sectores metalúrgico e metalomecânico, automóvel, químico e farmacêutico, eléctrico e energia, celulose, papel, gráfico e imprensa. O sindicato tem sede em Lisboa e exerce actividade nos distritos de Lisboa, Santarém, Leiria e Castelo Branco e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. É filiado na Fiequimetal e na CGTP-IN. . O SITE –CRSA é o resultado da fusão de um conjunto de sindicatos, entre eles o SINQUIFA. Sendo o próprio SINQUIFA detentora de uma história de fusões e incorporações entre vários sindicatos. Em 1975, foi constituído o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Centro, Sul e Ilhas Adjacentes e Moagens do Centro Sul integrando os trabalhadores do extinto do Sindicato das Moagens do Centro e Sul e os trabalhadores do Sindicato dos Plásticos do Sul e do Sindicato das Indústrias de Fósforos de Lisboa. Em 1980, o Sindicato altera a designação para Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Centro, Sul e Ilhas.. Em 1996, dá-se a fusão entre o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas do Sul e o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio Farmacêutico, na parte relativa ao distrito de Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Évora, Portalegre, Beja e Faro, constituindo o SINQUIFA – Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmácia, Petróleo e Gás do Centro, Sul e Ilhas. Sendo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Comércio Farmacêutico resultou da transformação do Sindicato dos Delegados de Propaganda Médica.. O SINQUIFA foi extinto por deliberação da Assembleia Geral extraordinária, realizada em 25, 26 e 27 de Maio de 2010, por integração no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro, Sul e Regiões Autônomas – SITE CSRA..

Sindicato do Serviço Doméstico

  • PT-SSD/10
  • Entidade colectiva
  • 1974 – 2013

O Sindicato do Serviço Doméstico surge em Portugal na década de 1970 do século XX, fruto da organização e luta por melhoras condições de trabalho e de vida de um grupo de mulheres.. Com sede em Lisboa, na rua de São Bento, n.º 337, teve representação por todo o país através das suas delegações: Aveiro, Évora, Lisboa, Mangualde, Montemor, Porto, Torres Novas, Beja, Santarém, Setúbal, Angra do Heroísmo, Horta, Beja, Coimbra, Funchal, Portimão, Tomar.. A sua primeira presidente da Direcção foi Maria da Conceição Ramos, que durante seis anos (1975-1981) reivindicou, juntamente com as suas companheiras, a libertação da sua classe.. O serviço doméstico era, até aí, regulado pelo Código Civil de 1867, isto porque a Lei Geral do Trabalho não se aplicava à classe das domésticas. Em Outubro de 1974, é entregue no Ministério do Trabalho a regulamentação colectiva de trabalho e, em Novembro do mesmo ano, são apresentados formalmente os estatutos.. Em Outubro de 1974, o Sindicato do Serviço Doméstico entrega, no Ministério do Trabalho, a regulamentação colectiva de trabalho e, em Novembro do mesmo ano, apresenta os seus estatutos, apesar de estes serem só publicados a 21 Junho de 1976 em ''Diário da República'', n.º 143, III Série, convertendo-se por esta altura numa conquista histórica para os trabalhadores do serviço doméstico, garantindo a independência relativamente à Igreja (ao contrário do Sindicato Livre das Empregadas Domésticas, com ligações à Obra de Santa Zita), ao Estado e ao patronato, defendendo o princípio da unidade sindical.. Esta estrutura sindical promoverá, a par da actividade sindical, acções de âmbito cultural, como sessões de cinema, teatro e cursos de alfabetização.. Ao nível do apoio social prestado, patrocinará a criação da Cooperserdo – Cooperativa Operária de Prestação de Serviços Domésticos, responsável pela criação, em Lisboa, de um refeitório popular, de uma creche e de uma lavandaria.. Nos anos 90 do século XX, o Sindicato do Serviço Doméstico é absorvido pelo Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD).

Federação Nacional dos Sindicatos da Construção, Madeiras e Mármores (FNSCMM)

  • Entidade colectiva
  • 1978 –

A Federação Nacional dos Sindicatos da Construção, Madeiras e Mármores (FNSCMM) foi antecedida pela Federação Nacional dos Sindicatos da Construção Civil e Madeiras (1978-1982).. Esta, por sua vez, resultou da fusão entre a Federação dos Sindicatos das Indústrias de Madeiras (1975-1978) e a Federação dos Sindicatos da Construção Civil (1976-1978).. A Federação dos Sindicatos das Indústrias de Madeiras foi antecedida pela União dos Sindicatos dos Operários da Indústria de Marcenaria, Carpintaria, Mecânica e Serração de Madeiras (1956-1975).. A Federação dos Sindicatos da Construção Civil integrou a Federação dos Sindicatos dos Operários da Construção Civil do Norte (1975-1976), a qual, por sua vez, foi antecedida pela União dos Sindicatos dos Operários da Construção Civil do Norte (1958-1975).

Sindicato dos Operários Corticeiros do Distrito de Portalegre

  • PT-SOCDP/11
  • Entidade colectiva
  • 1910 – 2015

Registam-se duas tentativas falhadas de criação, em Portalegre, de uma Associação de Classe dos Corticeiros, em 1893 e 1904. A 6 de Abril de 1904, os operários corticeiros aprovaram os estatutos da sua associação e abriram a sua sede na rua do Pirão, n.º 15, tendo encerrado as funções no ano seguinte.. Em Dezembro de 1911, a Associação de Classe dos Corticeiros de Portalegre foi finalmente constituída em Portalegre. A 12 de Abril de 1911 regista-se uma primeira tentativa de elaboração dos estatutos pela Direcção da associação, contudo, apenas a 8 de Novembro de 1912 foi redigido um projecto para os novos estatutos, projecto este que foi remetido para apreciação na Direcção-Geral do Comércio e Indústria e aprovado no ano seguinte.. A 25 de Abril de 1944 foi fundada a secção de Portalegre do Sindicato Nacional dos Operários Corticeiros do Distrito de Évora, tendo a sua sede em Portalegre. Denominava-se Sindicato Nacional dos Operários Corticeiros do Distrito de Évora – Secção Distrital de Portalegre. . Por despacho do subsecretário de Estado das Corporações de 21 de Julho de 1947, foi autorizada a transformação da secção, em Portalegre, do Sindicato Nacional dos Operários Corticeiros do Distrito de Évora no Sindicato Nacional dos Operários Corticeiros do Distrito de Portalegre, tendo sido constituído por alvará de 14 de Janeiro de 1948.

Federação dos Sindicatos da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás (FEQUIFA)

  • Entidade colectiva
  • 1977-1998

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Indústrias Químicas foi uma associação sindical constituída por sindicatos representativos dos que exercem a sua actividade no ramo das indústrias químicas e afins. Exerce a sua actividade em todo o território nacional e tem a sua sede em Lisboa.
A sua constituição foi publicada no "Boletim do Trabalho e Emprego" n.º 48, 1.ª Série, de 29 de Dezembro de 1977. Em 1979, no "Boletim do Trabalho e Emprego" n.º 18, 1.ª Série, de 15 de Maio, altera a denominação e passa a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Indústrias Químicas e Farmacêutica de Portugal, em consequência da integração do Sindicato da Indústria e Comércio Farmacêutico na Federação.
Em 1990, no "Boletim do Trabalho e Emprego" n.º 5, 3.ª Série, de 15 de Março de 1990, altera a denominação e passa a Federação dos Sindicatos da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás (FEQUIFA), em consequência do alargamento de âmbito ao sector do petróleo e do gás.
Em 1998, no Congresso realizado a 6 de Novembro, é deliberada a extinção da Federação, com publicação no "Boletim do Trabalho e Emprego" n.º 24, 3.ª Série, de 30 de Dezembro de 1998, em consequência da fusão com a Federação dos Sindicatos da Metalurgia, Metalomecânica e Minas de Portugal, de que resultou a FEQUIMETAL.

Sindicato Nacional dos Operários das Indústrias de Transformação de Matérias Plásticas e Produtos Similares do Distrito de Lisboa

  • Entidade colectiva
  • 1962-

O Sindicato Nacional dos Operários das Indústrias de Transformação de Matérias Plásticas e Produtos Similares do Distrito de Lisboa teve os seus estatutos aprovados por alvar, de 9 de Julho de 1962, do Ministério das Corporações e Providência Social e posteriormente alterados por alvará de 8 de Fevereiro de 1968, teve a sua sede em Lisboa e representava os interesses profissionais dos indivíduos que, nos distritos de Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro, exerciam a sua profissão nas indústrias de matérias plásticas, pentes, botões, vassouras, escovas, pincéis, em diversas categorias profissionais.

Sindicato Nacional dos Profissionais das Indústrias da Construção Civil, Pedreiras, Serração de Madeiras e Carpintaria Mecânica do Distrito de Évora, Secção de Portalegre

  • Entidade colectiva
  • 1973 –

Em 1938, foi criada a Secção Distrital de Évora do Sindicato Nacional dos Operários da Construção Civil e dos Ofícios Correlativos com sede em Lisboa, que fora constituída e nos termos estabelecidos no Decreto-Lei de 23 de Setembro de 1933. Em Assembleia Geral de 31 de Maio de 1973, criou-se o Sindicato Nacional dos Profissionais das Indústrias da Construção Civil, das Pedreiras e Serração de Madeiras e Carpintaria Mecânica do Distrito de Évora, obtendo aprovação do Ministério das Corporações e Previdência Social. Após a Revolução de Abril, o Sindicato passou a abranger os distritos de Portalegre e de Beja.

Vi

Már

J

jose

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